Breves apontamentos sobre as férias III
Esta foi cena recorrente neste verão e à beira da praia:
- Uma pequenota, com uma pequena bóia, levada pela mão da mãe. A pequena bem desejava entrar na água como os irmão, mas a mãe, medrosa, nunca a largou da mão. A miúda bem pulava, pulava, na rebentação. A bóia foi instrumento desnecessário. Creio que a água raramente lhe terá chegado ao rabo...
- Os irmão deste pequenota, um pouco mais crescidos, corriam, corriam, na tentativa de não perder um segundo de água. A mãe, obrigou-os a mudarem de poiso (para um bem pior, digo eu,ao pé das rochas) e a sensação de segurança que as pequenas bóias lhes davam... divertiram-se pois!
- Aqueles, maiores, que não conseguiam, por mais que tentassem, subir e/ou manter-se em cima de uma bóia...
- Aqueles que desfrutavam de sossego e de alguma paz um pouco mais longe da pequena multidão e faziam do instante, o infinito.
As braçadeiras e as bóias que usadas por pequenos os mantinham na zona da rebentação e que os faziam dar pinotes com a chegada de alguma onda maior.

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